Há doze anos, estávamos entre os últimos. Não por acaso. O descuido coletivo era visível em cada rua, em cada esquina. Com trabalho, dedicação e, sobretudo, com o contributo silencioso da maioria, alcançámos o 4.º lugar entre as freguesias mais limpas da Área Metropolitana de Lisboa — e lá nos mantivemos.
Mas o progresso é frágil.
Hoje, apesar de limpezas regulares e esforços contínuos, basta a incúria de alguns para que o que foi arduamente conquistado se degrade em poucos dias. Não é falta de intervenção pública; é excesso de descuido privado.
Recordamos que:
𝐀 𝐉𝐮𝐧𝐭𝐚 𝐧𝐚̃𝐨 𝐫𝐞𝐜𝐨𝐥𝐡𝐞 𝐦𝐨́𝐯𝐞𝐢𝐬, 𝐞𝐥𝐞𝐭𝐫𝐨𝐝𝐨𝐦𝐞́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐧𝐞𝐦 𝐥𝐢𝐱𝐨 𝐯𝐨𝐥𝐮𝐦𝐨𝐬𝐨 𝐝𝐞𝐢𝐱𝐚𝐝𝐨 𝐚̀ 𝐦𝐚𝐫𝐠𝐞𝐦 𝐝𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚𝐧𝐢𝐚. (Ligar e agendar: 800 201 205)
𝐎𝐬 𝐡𝐨𝐫𝐚́𝐫𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐝𝐞𝐩𝐨𝐬𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐧𝐚̃𝐨 𝐬𝐚̃𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐬𝐮𝐠𝐞𝐬𝐭𝐚̃𝐨 — 𝐬𝐚̃𝐨 𝐮𝐦𝐚 𝐧𝐞𝐜𝐞𝐬𝐬𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐦𝐚𝐧𝐭𝐞𝐫 𝐚 𝐟𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚 𝐥𝐢𝐦𝐩𝐚 𝐞 𝐝𝐢𝐠𝐧𝐚.
Não existe recolha contínua de resíduos; 𝐨 𝐜𝐢𝐯𝐢𝐬𝐦𝐨, 𝐞𝐬𝐬𝐞 𝐬𝐢𝐦, 𝐝𝐞𝐯𝐞𝐫𝐢𝐚 𝐬𝐞𝐫 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢́𝐧𝐮𝐨.
Porto Salvo merece melhor do que a pressa de uns e a negligência de outros.
Quem constrói sente orgulho. Quem destrói, deixa rasto.
A escolha, como sempre, é de cada um.
Aqui por si!

